Flexas em 2D e 3D
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É bem interessante como podemos construir uma flexa com o Maple. O comando é arrow .
A sintaxe para 2D pede o ponto inicial, que é fornecido para ser a origem do vetor e o ponto final. A sintaxe deste comando também pede mais 3 números. O primeiro é a largura do corpo da flexa, o segundo é a largura da cabeça da flexa e o terceiro é a proporção do comprimento da cabeça da flexa em relação ao comprimento do corpo da mesma.
Obs: A sintaxe do Maple-V-R4 é um pouco diferente.
No primeiro exemplo, a flexa começa na origem [0, 0] e termina no ponto [10, 10]. A largura do corpo da flexa é de 0.2 unidades. A largura da cabeça da flexa é de 0.4 unidades. E finalmente o comprimento da cabeça da flexa é 1/10 = 0.1 do comprimento total.
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a := arrow([0,0], [10,10], .2, .4, .1, color=green):
display(a,scaling=constrained);
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O próximo exemplo é de uma flexa vertical. Perceba bem as proporções.
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b := arrow([2,0], [2,5], 1, 1.4, .5, color=green):
display(b,scaling=constrained);
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Para a flexa em 3D a sintaxe é quase a mesma. Pede o ponto 3D que será o começo, o ponto 3D que será o final da flexa e mais um terceiro termo. Este deve ser o vetor normal do plano ao qual o corpo da flexa deve pertencer. Veja as diferentes posições abaixo.
Os três exemplos abaixo apresentam flexas 3D que têm início no ponto [0, 0, 0] e final no ponto [0, 1, 0]. As proporções também são as mesmas, a diferença está apenas no terceiro termo que fornece a normal do plano que contém o corpo da flexa. Verifique atentamente.
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f1:= arrow([0,0,0], [0,1,0], [0,0,1], .2, .4, .1):
display(f1,axes=boxed,scaling=constrained);
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f1:= arrow([0,0,0], [0,1,0], [1,0,1], .2, .4, .1):
display(f1,axes=boxed,scaling=constrained);
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f1:= arrow([0,0,0], [0,1,0], [1,0,0], .2, .4, .1):
display(f1,axes=boxed,scaling=constrained);
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