Calculo I
Lição 15: Analisando os Gráficos da Função 1 -
Direção e Concavidade
Nós desenhamos cada uma das seguintes funções e achamos:
- otos os pontos críticos
- Aonde a função está aumentando e aonde está diminuindo
- aonde a função é concava para baixo e aonde ela é concava para cima
- todos os pontos de inflexão
Exemplo 1
| > | restart: with(plots): |
Warning, the name changecoords has been redefined
| > | g1:= x -> x^3 - 2*x^2 + x + 3; |
| > | D(g1); |
| > | factor(3*x^2 - 4*x + 1); |
Assim nós temos os pontos críticos quando
ou x -1 = 0, ex.,
pontos críticos são:
e x = 1.
| > | a1:= plot(D(g1)(x), x = -1..2, color= black): |
| > | b1:= plot([1/3,t,t = -1..2], color = red): |
| > | c1:= plot([1,t,t = -1..2], color = red): |
| > | d1:= textplot([.5,7,`g1'(x)`], color = blue): |
| > | e1:= textplot([.27,4,`x = 1/3`], color = magenta, align = RIGHT): |
| > | f1:= textplot([1.2,3,`x = 1`], color = magenta): |
| > | display({a1,b1,c1,d1,e1,f1}); |
A partir do gráfico nós vemos que :
g1' (x) > 0 for
or
g1' (x) < 0 for
< 1.
Assim g1 está aumentando para
e para x > 1 e g1 está diminuindo para
< 1.
Conclusão (a partir do primeiro teste de drivada) que g1 tem um local máximo quando
e um local máximo quando x = 1.
| > | D(D(g1)); |
Assim, g1'' (x) =
e portanto
g1'' (x) > 0 for x > 2/3
g1'' (x) < 0 for x < 2/3.
Daqui, g1 é concavo para cima para x >
e concavo para baixo para
. Existe um ponto de inflexão
quando
.
| > | plot(g1(x), x = -5..5, color = blue); |
Aqui é um programa do Maple chamado shape_plot que resume atributos de uma função graficamente. Isto desenha a função de modo que as cores diferidas e a espessura do gráfico indica que propriedade de cada porção o gráfico possui.
Aumentando Diminuindo
Cores da Curva e espessura Curva azul espessa Curva vermelha fina
Concavidade para cima Concavidade para baixo
Color area shading Green shading upward Beige shading downward
| > | shape_plot := proc(f,a,b) local box,i,n,x1,x2,xmid,delta,y1,y2,A,B, m,M,slope, concav: n:= 100; delta := (b-a)/n; x2 := a; M := maximize( f(x), x = a..b); m := minimize(f(x), x = a..b); for i from 1 to n do x1 := evalf(x2); y1 := evalf( f(x1)); x2 := evalf(a + i*delta); y2 := evalf( f(x2)); xmid := x1 + delta/2; slope := evalf( subs( x = xmid, diff( f(x), x ))); concav := evalf( subs( x = xmid, diff( f(x),x $ 2))); if( slope > 0 ) then A[i]:=plot( f(x), x = x1..x2, color = blue, thickness = 4 ); else A[i]:=plot( f(x), x = x1..x2, color = red, thickness = 2 ); fi; if( concav > 0 ) then B[i]:=polygonplot([[x1,M],[x1,y1],[x2,y2],[x2,M]], color=green,style=patchnogrid); else B[i]:=polygonplot( [[x1,m],[x1,y1],[x2,y2],[x2,m]], color=sienna,style=patchnogrid); fi; od; display({ seq( A[i],i=1..n ),seq( B[i],i=1..n ) } ); end: |
| > | shape_plot(g1,-5,5); |
Note que aquele local maximo ocorre onde a curva muda de azul para vermelho, e o local mínimo ocorre onde o gráfico muda de vermelho para azul. Pontos de Inflexão ocorre aonde o sombrado muda de verde para bege e vice-versa.
Exemplo 2
g ( x ) = x sin (x), x in [0, 2
].
| > | g2:= x -> x * sin(x); |
| > | plot(x * sin(x), x =-1..7); |
A partir do desenho isto aparece que nós temos um local máximo e dois locais mínimos.
| > | D(g2); |
| > |
Nós precisamos encontrar aonde g2' (x) = 0; isto é definido para todo x.
Quando x = 0, nós temos g2'(x) = 0 e assim 0 é um valor critico.
Ajeitando g2' (x) = 0, e dividindo pelo cos(x) nós obtemos: tan(x) = -x.
Nós desenhamos y = tan(x) e y = -x e olhamos para a intereseção. Nós fazemos trës desenhos para evitar aonde a tan(x) não é definida.
| > | a2:= plot(tan(x), x = 0..Pi/2 - .1, color = black): |
| > | b2:= plot(-x, x = 0..4, color = blue): |
| > | bb2:= textplot([3,5,`PLOT 1`], color = magenta): |
| > | display({a2,b2,bb2}); |
| > |
| > | c2:= plot(tan(x), x = Pi/2 + .1..(1.5)*Pi - .1, color = black): |
| > | d2:= plot(-x, x = 0..5, color = blue): |
| > | dd2:= textplot([2,5,`PLOT 2`], color = magenta): |
| > | display({c2,d2,dd2}); |
| > |
| > | e2:= plot(tan(x), x = (1.5)*Pi + .1.. 2* Pi, color = black): |
| > | f2:= plot(-x, x = 0..7, color = blue): |
| > | ff2:= textplot([2,-6,`PLOT 3`], color = magenta): |
| > | display({e2,f2,ff2}); |
| > |
A partir do desenho 1 nós vems que x = 0 é o ponto crítico. A partir dos desenhos 2 e 3 nós vemos que existe precisamente um ponto crítico em (
/2, 3
/2), chamado de c1, e precisamente um ponto crítico em (3
/2, 2
), chamado c2.
Vamos pegar a estimativa numérica para c1 e c2.
| > | fsolve(tan(x) = -x, x = Pi/2.. 3*Pi/2); |
| > | fsolve(tan(x) = -x, x = 3*Pi/2.. 2*Pi); |
Assim existem trës pontos críticos: x = 0, x = c1 ~
, e x = c2 ~
.
Nós temos que g2' (x) > 0 se sin(x) > -x cos(x) se (recorde aonde cos(x) > 0)
tan(x) > -x para x em [0,
/2) OU x em (3
/2, 2
] (recorde aonde cos(x) > 0.)
OU
tan(x) < -x para x em (
/2, 3
/2).
(Recorde aonde cos(x) > 0.)
A partir dos desenhos 1,2,3 nós vemos que g2' (x) > 0 se x é em (0,
/2), (c2, 2
), (
/2,c1).
Assim, g2 está aumentando se x é em (0,
/2), (c2, 2
), (
/2,c1).
Logo, g2 tem um local mínimo quando x = 0, c2 e um local máximo quando x = c1.
Nós agora nos voltaremos para a concavidade.
| > | D(D(g2)); |
Assim g2'' (x) > 0 se 2 cos(x) > x sin(x) se (recorde aonde sin(x) > 0)
2 cot(x) > x e x em (0,
) OU
2 cot(x) < x e x em (
,2
).
De novo, nós desenhamos y = cot(x) e y = x.
,
| > | h2:= plot(cot(x), x = 0.1..Pi-.1, color = black): |
| > | i2:= plot(x/2, x = 0..4, color = blue): |
| > | j2:= textplot([1,6,`PLOT 1`], color = magenta): |
| > | display({h2,i2,j2}); |
| > | k2:= plot(cot(x), x = Pi + .1 .. 2*Pi - .1, color = black): |
| > | l2:= plot(x/2, x = 3..7, color = blue): |
| > | m2:= textplot([4,8,`PLOT 2`], color = magenta): |
| > | display({k2,l2,m2}); |
Deixe e1 demonstrar o único ponto em ( 0,
) aonde 2 cot(x) = x e deixe
e2 demonstrar o único ponto em (
, 2
) aonde 2 cot(x) = x.
Assim, g2''(x) > 0 se x é em (0, e1) OU (e2, 2
).
Logo g2 é concavo para cima se x é em (0, e1) OU (e2, 2
).
Ambos x = e1, e2 conduz para o ponto de infleção.
Vamos pegar estimativa numérica para 1,e 2.
| > | fsolve(D(D(g2))(x) = 0, x, 0.1.. Pi - .1); |
| > | fsolve(D(D(g2))(x) = 0, x, Pi + .1.. 2 * Pi - .1); |
Assim, e1 ~
e e2 ~
.
| > | shape_plot(g2,-1,7); |
Exemplo 3
Primeiramente note que nós não usamos x = 0.
O Limite de g(x) com x indo para o positivo (ou negativo) infinito é 1 e assim
nós obtemos a assintota vertical: y = 1.
| > | g3:= x -> (3 + x^2) / ( x^2); |
Vamos desenhar para ver como o gráfico aparece.
| > | plot(g3(x), x = 1..4, color = black); |
| > | plot(g3(x), x = -4..-1, color = black); |
A partir do desenho nós conejcturamos que não há extrema, a função é aumentada para
x <0 e diminuida para x > 0, concavidade para cima em ( -
, 0) e (0,
).
Sem pontos de infleção. .
| > | D(g3); |
| > | simplify( 2 /x - 2*(3 + x^2)/(x^3)); |
Logo, g3' (x) =
e assim 0 é o único ponto crítico.
Também, g3''(x) =
, que é positivo para x SEM SER 0.
Assim toda a conjectura é correta.
| > | shape_plot(g3,-4,-1); |
Exemplo 4
| > | g4:= x -> surd(x-4,3) * 2 * x; |
| > | plot(g4(x), x = -5..7); |
A partir do desenho, aparecerá que exite um mínimo e não existe máximo.
| > | D(g4); |
| > | simplify( (2/3) * (surd(x-4,3)*x)/(x-4) + 2 * surd(x-4,3)); |
A partir dos dados acima, nós vemos que existem dois pontos críticos; denominados quando x = 4 e x = 3.
Futuras Simplificações fornece que
g4' (x) =
Como o denominador é sempre positivo (aonde definido), nós temos que
g4'(x) > 0 se x > 3. Assim g4 é aumentado se x > 3.
Logo, g4 tem o local máximo quando x = 3.
Nós precisamos determinar a concavidade
| > | D(D(g4)); |
| > | simplify( -4/9*surd(x-4,3)*x/((x-4)^2)+4/3*surd(x-4,3)/(x-4)); |
Assim, g4''(x) =
. Nós concluimos que
g4''(x) > 0 iff x < 4 or x > 6.
Logo, g4 is concavo para cima em (-
, 4) e (6,
) e é concavo para baixo em
(4,6). Então nós obtemos os pontos de infleção quando x = 4,6.
Nós podemos ver melhor a mudança na concavidade quando x = 6?
| > | plot(g4(x), x = 4..7, color = black); |
| > | shape_plot(g4,4,7); |
| > |