L9-maxmin2.mws

Calculo I

Lição 10:  Max e Min Problemas 3

Em cada um dos problemas abaixo, nós primeiro pegamos a soluçao numérica e depois a solução precisa.

 

Exemplo 1
Um tubo de aço está sendo carregado abaixo para um corredor de  9 pés.  No final do corredor existe um angulo direito,

vire no corredor mais estreito de 6 pés.  Qual é o comprimento do tubo mais longo que pode ser carregado horizontalmente em torno do angulo ?  

Veja a figura abaixo.

>    with(plots): with(plottools):
L1 := line([0,0],[18,0]):
L2 := line([0,9],[12,9]):
L3 := line([12,9],[12,15]):
L4 := line([18,0],[18,15]):
bar := rectangle([5,6], [15,7], color=blue):
display([L1,L2,L3,L4, bar], axes=none);

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[Maple Plot]

Nós resolvemos este problema localizando o mínimo!

Deixe A  e B  demonstre o final dos tubos.

Seja L demonstre o comprimento do tubo ex. o comprimento do segmento de A para B

e passe tocando no corner.  

Deixe   theta    (theta) ser o angulo mostrado.  

 Como theta   vai para 0 ou para   theta  /2, nós temos que  L vai para o infinity .

Isto será o ängulo que faz o L o mínimo.  O tubo com este comprimento pode ser encaixado em torno do corner.

Isto será o comprimento do tubo mais longo que pode ser encaixado. Na equação abaixo temos,  x =   theta

>    L:= x -> 9 * csc(x) +  6 * sec(x);

L := proc (x) options operator, arrow; 9*csc(x)+6*sec(x) end proc

Primeiro, nós fazemos alguns desenhos para ver o que do gráfico de  L aparece.

Relembre que csc(x) e sec(x) não são definidas para todo x. A partir da figura nós vemos que

theta   esta entre 0 e Pi/2 .  

>    plot(L(x), x = 0.1..Pi/2-0.1, color = black);

[Maple Plot]

Nós primeiramente localizamos o mínimo mostrado acima.

>    fsolve(D(L)(x) = 0, x = 0..3);

.8527708776

>    D(D(L))(.8527708776);

63.21134143

>    L(.8527708776);

21.07044714

Numericamente nós temos o ponto crítico em  x =   .8527708776  .

Desde a segunda derivada no ponto crítico é positiva, nós temos o mínimo quando

x =   .8527708776 .   Numericamente o mínimo é 21.07044714 .

Daqui, o tubo mais longo que se pode encaixar em torno do corner é aproximadamente           

  21.07044714  pés.      voc6e consegue pegar a solução precisa, e não simplesmente o núemro estimado ?             

>    D(L);

proc (x) options operator, arrow; -9*csc(x)*cot(x)+6*sec(x)*tan(x) end proc

A partir dos dados acima, nós vem que  L' = 0 quando

   

                    6 sec(x) tan(x) = 9 csc(x) cot(x)    OU     tan(x) = (9/6)^(1/3)   =   (3/2)^(1/3) .

assim o potno crítico é o único valor de  x  em  ( 0, Pi/2 ) aonde tan(x) = (3/2)^(1/3)  

          

Use o diagrama acima e   tan(x) = (3/2)^(1/3)     nós temos:

csc(x)^2 = 1+(3/2)^(-2/3)    e   sec(x)^2 = 1+(3/2)^(2/3)  .  

>    evalf( 9 * sqrt(1 + (3/2)^ (-2/3)) + 6 * sqrt(1 + (3/2) ^(2/3))  );

21.07044714

Nós vemos que temos a mesma estimativa para o comprimento mais longo do tubo.

Nós precisamos checar isso, nós temos o mínimo para a função L.

A partir da primeira derivada, nós vemos que  L'(x) > 0    se a  tan(x) > (3/2)^(1/3)

e  L'(x)  <  0  se    tan(x) < (3/2)^(1/3) .  

Deixe c ser o oponto único em  ( 0, Pi/2 )  aonde tan(c) = (3/2)^(1/3).

A partir da estimativa numérica acima nós sabemos que c é algo em torno de  

      .8527708776

Refaça o gráfico da  tan(x).

>    aa:= plot(tan(x), x = 0 .. Pi/2 - .1, color = black):

>    bb:= plot([t,(3/2)^(1/3), t = 0..Pi/2 - .1], color = magenta):

>    cc:= textplot([1.1,6,`tan(x)`], color = red):

>    dd:= textplot([.5,2.5,`y = (3/2)^(1/3)`], color = red):

>    display({aa,bb,cc,dd});

[Maple Plot]

A partir do desenho acimanós vemos que L'(x) < 0 para  x < c e L'(x) > 0 para x > c;

Daqui, L tem um mínimo quando x = c.  

Exemplo 2

encontre as dimensões do retangulo de área amis larga que tenha a sua base no eixo x e seus dois outros vértices acima do eixo

 x e mente na parábola   y = 8-x^2 .  Veja a figura.

>    f := x->8-x^2;

f := proc (x) options operator, arrow; 8-x^2 end proc

>    a := -2: b := 2:
c := -1: d := 1:
rec1 := rectangle([a, 0],[b, f(b)], color=pink, thickness=2):
rec2 := rectangle([c, 0],[d, f(d)], color=yellow):
graph := plot(f(x), x=-4..4, thickness=3):
display(rec1, rec2, graph);

[Maple Plot]

Seja AA demonstre a área do retängulo. Depois   A*A = 2*x*(8-x^2) .

>    AA:= x -> 2 * x * ( 8 - x^2);

AA := proc (x) options operator, arrow; 2*x*(8-x^2) end proc

>    D(AA);

proc (x) options operator, arrow; 16-6*x^2 end proc

>    solve( 16 - 6 * x^2= 0,x);

-2/3*6^(1/2), 2/3*6^(1/2)

>    evalf(%);

-1.632993162, 1.632993162

>    D(D(AA))(1.632993162);

-19.59591794

Numericamente AA tem o ponto crítico quando  x =    1.632993162  ;   desde  AA''( 1.632993162 ) < 0,

nós sabemos que  AA é o máximo quando x = 1.632993162 .  Desde y = 8-x^2  nós temos

y = 8-( 1.632993162 )^2 .     Assim  xy é numericamente 5.333333333      

>    evalf(8 - (1.632993162)^2);

5.333333333

>   

Precisamente, AA tem o máximo quando x = 2/3*sqrt(6)   e y = 8-4/9*6 .